Projeto Cultivar Cadaval: as oficinas

 


A Laredo Associação Cultural está a desenvolver um conjunto de intervenções no Cadaval, no contexto do Projeto Cultivar, inclusão pela arte. Estamos a trabalhar no Agrupamento de Escolas do Cadaval, com grupos inclusivos em mediação artística e mediação leitora.

Levamos ao Cadaval as Oficinas Improváveis, que fazem uma abordagem adaptada da mediação do livro e da leitura, a par de exercícios de movimento e concentração, corpo e grafismo e promoção da escuta atenta. A segunda proposta será o ateliê Desenhando os Medos, onde se propõe o desenho com materiais e técnicas diversas, propondo o diálogo sobre os temores que todos temos e que parecem mais solúveis quando os expressamos numa folha de papel. Lugar, ainda, para a oficina de Sussurradores, que se inicia com a escrita criativa acessível através da metodologia Máquina da poesia; depois decoram-se os sussurradores ao gosto pessoal de cada participante e terminamos a sequência de 3 dias de trabalho com uma saída à rua para segredar pequenos versos, através dos nossos tubos, aos ouvidos dos habitantes da Vila. A intervenção da Laredo termina com a oficina de rua Caça Texturas, que se propõe partir à descoberta das texturas e pequenos detalhes do Cadaval registando-os em grandes folhas de papel.


A nossa primeira Oficina improvável correu bastante bem. Foi uma oportunidade de conhecer o grupo de alunos com necessidades educativas específicas que constitui o núcleo central desta proposta, bem como docentes de ensino especial e auxiliares de educação, tão importantes nesta relação educativa. Iniciamos a sessão com um jogo de concentração coletiva “Zap! Zup!”. Apresentei o Livro com um com uma buraco de Hervé Tullet que fez a ponte para a construção de uma pequena escultura coletiva a partir do livro “Puzzles 3D” de David Carter. Mostrei dois livros pop up, “Popville” de Anouck Boisrobert e Louis Rigaud e “Le sculture da viaggio di Munari” de David Carter. Quando cheguei à “Onda” de Suzy Lee, o grupo já estava cansado, estavam a perder o foco. Nestas oficinas conto com o apoio de Otília Brasil da Biblioteca Comunitária da Azenha Velha
No dia 4 de Abril, há mais...




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