Oficinas improváveis no Cadaval
A segunda oficina (4/5/2026) correu bastante bem. Iniciei com as caixinhas de música o que permitiu que todos os alunos experimentassem a pequena ferramenta que, para alguns, é um desafio à motricidade fina. Os alunos divertiram-se com o jogo das mãos dadas, embora uma aluna não tenha participado por reação ao toque o que é natural no perfil PEA. Passei a utilizar outros jogos sem toque para que se sentisse incluída. Também mediei dois livros, “Um livro” de Hervé Tullet, que tem uma energia interativa cativante e “Vive le vent”, um álbum de Peter Schossow.
A terceira sessão (7/5/2026) foi mais atribulada, tendo ultrapassado algumas dificuldades, que se devem à falta de comunicação (partilha de conteúdos) dentro da escola. Mas sempre propus um exercício de lateralidade e movimento partindo do som de dois divertidos porquinhos de borracha e, por fim, apresentei a metodologia “dos sons nascem histórias”, um exercício de escuta atenta e criação de narrativas simples, partindo de uma trilha sonora. Infelizmente não consegui terminar a proposta, pois a sala onde estávamos foi necessária para uma aula agendada.




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