quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Vale do Minho

 Um aluno que escreveu um belo texto, um grito, nunca valorizado por um professor de Português atípico.
O que me leva a percorrer quilómetros e quilómetros de estradas para chegar ao Alto Minho? Preparo os livros antes…aqueles que servirão como passaportes para a entrada no universo juvenil que não domino na totalidade. Lembro-me... Já fui jovem. Agora, tenho sobre mim este legado da passagem do gosto pela leitura a uma geração que aos poucos vou conhecendo. Há muito que sou mediador cultural e a situação actual do conhecimento e da comunicação no nosso país impelem-me a ir mais para a frente, mais longe, numa partilha urgente; utopia de uma sociedade em que o ser humano é o mais importante, entendendo a sua própria essência. Vou para o Minho! Digo, com o carro cheio de materiais para as minhas oficinas. Estóico, eu, junto com os meus companheiros da palavra dita e escrita: técnicos de biblioteca, professores (alguns, bibliotecários) e Bibliotecários Municipais. Todos entendendo muito bem o papel das bibliotecas no mundo contemporâneo: plataformas de comunicação, cultura e educação, fundamentais para o desenho da sociedade que desponta com sabor a futuro.

Estamos todos acordados. É por isto que estou no “Tásse a ler”.

4 comentários:

  1. Tenho uma cópia que foi publicada no blog do "Tásse a ler"...Talvez precise de algumas correcções, feitas pelo autor...

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  2. Quando fazemos aquilo de que gostamos... e sentimos o entusiasmo crescer à nossa volta, essa questão é retórica. Vamos porque queremos ir, vale a pena, urge... estou lá!
    Continue!

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